Mostrando postagens com marcador Tailândia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tailândia. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Ate Logo Thai



A foto ilustra o quanto eu estou longe da Tailândia. De terras Laosianas, fotografei o sol se pondo em terras Tailandesas. Tailândia e Laos tem uma ótima relação diplomática e se entendem bem pelo visto: "eu te mostro o sol nascer aqui e você me mostra o sol se por aí"

o.Ô'

Sawadee Krap Laos


Antes de mais nada deixo registrado aqui o quanto foram incríveis os vinte e poucos dias que passei na Tailândia e com certeza não vou dizer tchau nem tampouco adeus, e sim um carinhoso até logo thai

Nova etapa da viajem! Cheguei em Laos com todo gás e ansioso para desbravar essas terras. Eu e Leanne partimos de Chiang Mai na Tailândia com destino a Chiang Rai, onde passamos uma noite tranquila e revigorante. Logo na manhã, depois de uma noite bem dormida, fomos para fronteira cuidar da diplomacia para entrar (legalmente) em Laos

Tudo muito sossegado na imigração, tomamos um ônibus até a margem do rio que divide as terras, tivemos nossos passaportes carimbados na saída da Tailândia, cruzamos o rio de canoa e do outro lado o controle de entrada/saída de Laos. Nada de dores de cabeça, foi só pagar os $30 e entregar foto para o visto, 20 minutinhos e estava tudo pronto, sem fila, sem segurança, sem estresse. Ganhei um visto de 30 dias bem bonitinho no passaporte e espero fazer um bom uso dele

Amanhã vamos nos aventurar na floresta num passeio no topo das árvores, se chama Gibbon Experience. Muito trekking e arvorismo, e ainda vamos dormir uma noite numa casa de árvore a 150 metros do chão... nada muito interessante


o.Ô'

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Doi Suthep





Wat Phra That Doi Suthep é um templo grandioso situado no pico de uma montanha a 14km de Chiang Mai, Tailândia  Templo bonito repleto de ouro porém inundado de turistas com suas câmeras fotográficas (inclusive eu) rodeando o lugar e quebrando todo o misticismo budista. Logo na entrada uma estátua de 5 metros do Buda e espalhados pelo templo, outras dezenas de estátuas douradas

Não havia percebido que estávamos nas alturas até o momento que eu pude ver aquele horizonte ao infinito e além. A vista da cidade de Chiang Mai é de tirar o fôlego. Fenomenal isso ae produção!

o.Ô'

Chiang Mai Sunday Walking Street


Obervação inicial: essas luzes me fascinam



Feirinha de artesanato bacana essa em Chiang Mai, Tailândia, muito bem organizada e com itens para todos os gostos. Comida e massagem também fazem parte do complexo

Pra falar a verdade fui infeliz ao chamar de feirinha essa bagaça e vou tentar me redimir... tá mais para um mega-complexo multicultural de artesanato, essa feira é enorme e eu mesmo não consegui ver tudo em 2 horas de caminhada. Tipo uma feirinha só que não

o.Ô'

domingo, 9 de dezembro de 2012

Woody Elephant Training

Nossa adorável amiga canadense Leanna nos trouxe à tona a oportunidade de passar dois dias e uma noite com os maiores animais terrestres da atualidade, os elefantes. Se preparem que neste post a palavra elefante e suas variações aparecerá 20 vezes

O itinerário para chegar ao camping dos elefantes foi acordar de manhã no hotel Green Tulip House em Chiang Mai e aguardar a van nos buscar. O motorista se apresentou simpaticamente como Woody, que por sinal é o motorista, o gerente, o treinador de elefantes, o guia, e no fim se tornou nosso amigo também!

A primeira tarefa foi a aula teórica com o Woody. Aprendemos os comando Mahui (treinador de elefantes), fomos apresentados aos onze elefantes que ele possuía, todas fêmeas e duas delas estavam de castigo por mau comportamento. Achei legal a forma que o Woody os trata, muito amor e eles não trabalham para lucrar rios de dinheiro, os elefantes trabalham para se sustentar

O treinamento Mahui consiste em usar um machadinho para dar os comandos básicos: frente, trás, esquerda, direita, levanta a pata para montar em cima do bicho, sobe a pata, parar, e abrir a boca para receber comida (adoram cachos inteiros de bananas). O primeiro contato com o elefante foi aprender a montar, na primeira tentativa foi um desastre mas depois peguei o jeito. Segura a orelha, grita "yokaah", coloca o pé direito na pata, grita "soun" (funciona como um elevador), um pequeno impulso e pronto! Você está montado num animal imenso a 3 metros do chão



Depois da aula prática hora do passeio! Montamos nos elefantes em duplas e fomos seguindo uma trilha mata afora, acreditem ou não, eu levei um elefante para passear! Incrível! No fim do passeio a recompensa para os elefantes por um bom comportamento é um docinho: cana-de-açucar que eles gentilmente dividiram comigo e depois um banho refrescante. Todos foram convidados a estar com os elefantes na piscina e eles simplesmente ligavam o chuveiro com suas trombas e toma esguichada na cara. O bebê elefante ficou rolando na água, fofura extrema fazendo todos se derreterem



Depois foi hora de nadar com os elefantes, isso significa nadar montado no elefante. Eles são ótimos nadadores, iam fundo e sumiam completamente na água, ficando só nossas cabeças pra fora d'água. Do nada o elefante mergulha como se fosse um legitimo ser aquático, o que foi bastante divertido entre os sustos e mergulhos no lago

A experiência com os elefantes foi realmente intensa, digo isso porque tivemos que limpar o cocô deles, dar comida, ir colher a comida, dar banho, uff! Por um breve momento pensei em comprar um elefantinho pra cuidar mas desisti logo. O bicho come até 150 kg de comida por dia, ou seja, não pára de comer e cagar (descobri por acaso que não é fácil manter um elefante como animal de estimação... vivendo e aprendendo)

Como eu disse, colher a comida também faz parte do pacote "turístico". No fim da tarde fomos na caçamba de um caminhãozinho velho para o milharal onde colhemos e recolhemos a verdura que os elefantes comem tanto, resultado: caminhão cheio! Todo o trabalho para no fim descobrir que aquela comida toda será somente para uma noite



Resumindo para os incrédulos: paguei 5k Baht para limpar cocô de elefante, colher a comida deles, dar banho, passear e alimentar-los na boca. Descobri qual o melhor negócio do mundo, só precisa de um investimento inicial de 1 milhão de Baht para comprar um elefante e daí é fácil, só precisa dar ordens aos turistas que queiram ter um contato com os adoráveis e imponentes elefantes

o.Ô'

Bem Vindo a Chiang Mai



Foto tirada na minha primeira manhã em Chiang Mai, norte da Tailândia. Foram 12 horas de ônibus saindo de Bangkok com destino a Chiang Mai. Vim com Leanna, Rob e Fritha, o grupo foi reduzido consideravelmente mas ainda me sinto bem confortável com essas pessoas maravilhosas ao meu redor

Chiang Mai tem um clima muito mais agradável que as outras cidades do sul, o sol é forte mas se for compensado com uma bebida gelada e uma sombra, é tranquilo passar bem até chegar a noite, quando é possível fazer toda e qualquer atividade sem precisar de um ventilador ou ar-condicionado

Maravilha de cidade! E as próximas atividades prometem, algo relacionado com elefantes

o.Ô'

Scooters



Penei para tirar essa foto mas saiu, para a nossa alegria! A motoneta que varia de 100cc a 150cc é de longe o transporte mais utilizado na Tailândia, números oficiais talvez possam confirmar isso com absoluta certeza, pelo menos eu tenho quase certeza

o.Ô'

Longa Vida ao Rei

Foto reproduzida do Bangkok Post 5/12/12



Veio a calhar que no dia do aniversário do rei da Tailândia eu estava justamente em Bangkok, o centro das festividades para tal grandioso evento. O rei Bhumibol Adulyadej, ou Rama IX, ascendeu ao trono tailandês em 1946 e completou no último dia 5 de Dezembro 85 anos de vida. Ele é reverenciado como um semi-deus pelo povo tailandês, não é nada difícil achar um altar em sua homenagem, o povo ama o rei

Uma tradição daqui é vestir amarelo no dia do aniversário do rei, a cidade ficou infestada de amarelinhos por todos os lados, coisa linda de se ver. Não participei muito profundamente, nem me preparei para a festa, até porque eu nem sabia de nada que estava acontecendo e também ninguém me convidou para a festa de pique-pique, bolo e guaraná, muito doce pra você-ê

Longa vida ao Rama IX!


o.Ô'

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Khaosan Road



Khaosan Road é a rua mais popular de Bangkok, bastante agitada e cheia de comerciantes de todos os tipos: alfaiates que prometem réplicas de ternos de grife sob medida; documentos falsificados (escancaradamente mesmo, só não me deixaram tirar foto); pad thai (refeição tradicional tailandesa da boa) por R$1; massagem por R$8; e por aí vai...

A noite também é bem agitada aos arredores, ou seja, se você deseja estar no olho do furacão que é Bangkok, hospede-se na Khaosan Road e aproveite!

o.Ô'

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Lumpinee Boxing Stadium

Pow pow pow baaaaaaaamm! Ouuichssssshh yaaaaa! Sentiu o clima de thai boxing no ar? Tenho certeza que não, por isso vou usar palavras e fotos ao invés dessa onomatopeia esdrúxula



Lumpinee Boxing Stadium em Bangkok foi a arena de um thai boxing verdadeiro (nada de showzinho barato). R$66 foi o custo da entrada para a arquibancada do povão e o lugar era relativamente bom, mas confesso que foi um tanto desconfortável a arquibancada de madeira caindo aos pedaços, o mal cheiro, a nuvem de mosquitos e o calor mal dissipado por ventiladores chulos. Aí se percebe que aquilo não é exatamente um passeio feliz para turistas, e sim para os locais amantes do esporte e apostadores fanáticos

A torcida vai ao delírio a cada golpe encaixado pelos lutadores e posso comparar essa experiência com aquela que eu tive no Canadá ao assistir um jogo de hóquei no gelo ou até mesmo com a primeira vez que eu acompanhei um jogo do SPFC no estádio morumbi, a paixão dos torcedores é contagiante, coisa linda de se ver



Uns caras na arquibancada gritavam alguma coisa a cada intervalo e eu deduzi que era o início das apostas, pois eles passavam recolhendo o cascalho e no fim das lutas eles acertavam o montante devido a cada um dos apostadores, um sistema livre de qualquer falha, totalmente excelente!

Assistindo as lutas me deu uma vontade enorme de treinar thai boxing aqui na Tailândia, seria muito massa mas acho que vou passar, só de assistir as lutas minhas canelas doem

o.Ô'

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Buda Encravado




Místico o tour que fiz pela Cidade Histórica de Ayutthaya, a antiga capital da Tailândia que foi destruída pelo exército birmanês no século 17, restando apenas ruínas que hoje são patrimônio mundial da UNESCO

Essa estátua do Buda me despertou uma curiosidade enorme em volta do budismo e lendo sobre o assunto fiquei mais interessado ainda, uma bela religião de fato. A cabeça da estátua envolta por raízes tem tipo meio metro de altura e não é permitido fotografar num nível acima da face do Buda, isso é considerado um insulto. Todos abaixados e digam xis!


o.Ô'

A Sangha




Na foto podemos observar estátuas dos seguidores de Buda (a Sangha), não o próprio Buda como muitos confundem

Budismo é uma religião e filosofia não-teísta, abrangendo uma variedade de tradições, crenças e práticas, baseadas nos ensinamentos atribuídos a Siddhartha Gautama, mais conhecido como Buda ("O Iluminado"). Buda viveu e desenvolveu seus ensinamentos no nordeste do subcontinente indiano, entre os séculos VI e IV a. C.. As bases das tradições e práticas budistas são as Três Joias: O Buda (como seu mestre), o Dharma (ensinamentos baseados nas leis do universo) e a Sangha (a comunidade budista)

Ajuda: Wikipédia, a enciclopédia livre


o.Ô'

Cidade Histórica de Ayutthaya



A Cidade Histórica de Ayutthaya é um Patrimônio Mundial da UNESCO na província de Ayutthaya, na Tailândia. O que resta atualmente da antiga capital da Tailândia são as magníficas ruínas dos templos e palácios que remontam a 1350, ano em que a cidade foi fundada. Os restos do palácio real provam que o Grande Palácio de Bangkok está inspirado na arquitetura característica da cidade antiga

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

o.Ô'

domingo, 2 de dezembro de 2012

Tuk-Tuk Maroto

Eu me divirto com tudo que acontece por aqui, por aí, por todo lugar, e dessa vez vou falar da minha parceria com Wahai, um motorista de tuk-tuk humilde que roda nos subúrbios de Bangkok

Não havia nada planejado para a tarde de sábado, então simplesmente fui a um restaurante do lado do hotel xumbrega que eu estava hospedado e fiz minha refeição da tarde ao melhor estilo tailandês de ser, Pad Thai com ovo e frango e um Chang para acompanhar, a Itaipava daqui. Paguei a fortuna que eu devia depois desse banquete (7 reais) e fiquei ali observando o movimento da rua

Meu sossego durou poucos instantes, é incrível como os olhos dos locais brilham ao ver um estranho dando sopa, eles tem que oferecer alguma coisa e estão em todos os cantos da cidade prontos e dispostos para insistir e persistir na venda, o que na maioria das vezes é um tanto perturbador, mas não dessa vez

Com um sorriso podre mas simpático, Wahai primeiro me perguntou de onde eu era e se espantou ao saber que sou brasileiro mas nada além do normal, fui dando bola para o jovem ancião castigado pelo tempo. Logo ele percebeu que eu estava de fato dando sopa e então me ofereceu um rolê de tuk-tuk por 20 Baht, o que eu não pude recusar pela pechincha, o trajeto sugerido incluía alguns templos bacanas nos arredores... eu não tinha nada a perder

Parei no primeiro templo, tirei fotos, observei bastante o funcionamento de tudo e quando voltei para o tuk-tuk começou a malandragem. Wahai disse que me levaria à um centro turístico para eu ver algo, mas só para ver mesmo sem a obrigação de comprar nada, porque nisso ele ganhava um cupom que valia gasolina. Negócio maroto: traga um turista a mim que te pago a gasolina. Genial!

No centro turístico eu fechei um tour para Ayutthaya e logo voltei. Foi aí quando eu percebi onde estava o lucro do garoto, ele ganhava me levando aos lugares marcados. Perguntei onde eram os lugares que pagavam gasolina pra ele ao levar algum peixinho estrangeiro. Lojas de roupas, artesanato, massagem, tudo conveniado e no fim do dia eu arrumei uns 4 cupons gasosa pro meu camarada, e só no migué total: ele ganha ao me levar, eu não preciso necessariamente comprar nada

Balanço do fim do rolê de tuk-tuk: aproveitei bem observando o movimento de uma das maiores cidades do sudeste asiático e meu brother semi-desdentado ganhou o dia com seus cupons, e eu também me diverti bastante inventando histórias do tipo: "ptz, esqueci o dinheiro em casa, volto amanhã" ou "o terno é muito bonito mas vocês não tem a cor-de-burro-quando-foge que eu tanto desejava"

o.Ô'

sábado, 1 de dezembro de 2012

Chave de Ouro



A noite inteira de azaração e curtição em Koh Phangan teve um final espetacular com o sol aparecendo não para estragar a festa, mas para avisar aos descuidados que a festa continuaria sob claridade e mais calor (especialmente aos foliões-sem-pudores). Para mim o sol foi surpreendente, não vi a noite passar tão rápida, uma surpresa extremamente agradável e ate fez eu me sentir revigorado, só que não, eu tava muito cansado de fato

Com o aparecimento do sol, a lua já não era a estrela da noite (nunca foi de fato, a lua é só um satélite natural). Aliás, não havia mais estrela da noite porque ver o sol significa que é dia, já não era mais noite... ah, o que eu to tentando dizer é que o sol é responsável oficial pelo fechamento com chave de ouro da Full Moon Party e assim se conclui a grande celebração da lua cheia. Mas a festa não acaba porque inventaram o pós-party, o pós-pós-party e a Half Moon Party e o ciclo continua, e eu continuo a minha jornada para o desconhecido

o.Ô'

Full Moon Party

Sucesso é a palavra que eu posso dizer sobre a experiência que eu tive na Full Moon Party em Haad Rin, Koh Phangan, Tailândia. O evento é gigante, a praia fica realmente lotada, muito parecido com as micaretas do Brasil, só que com alguns aditivos extras para turbinar a noite, digo a beleza natural do lugar e dos envolvidos e envolvidas

No início da noite decidi que ia mergulhar profundamente na festa (o que foi fantástico!), aproveitei 100% e isso inclui detalhes que prefiro não registrar nesse humilde e singelo texto que vos escrevo... somente por uma questão de compostura, mas brinquem com sua imaginação como bem entenderem ao ler essa lista de palavras: noite, chuva, nascer do sol, França, Finlândia, buckets, mushrooms, areia...

Bom, como todos sabem eu preciso tomar meu rumo e Bangkok me aguarda, já tenho algumas ideias em mente e prometo voltar logo às atividades normais da mochilada... mas o que nunca voltará ao normal é o modo como eu encaro uma boa festa: drencom na gúliver pra ficar bem bizumni horrorshow, Ó, meus irmãos (referência retirada do livro Laranja Mecânica de Anthony Burgess)

o.Ô'

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Migrando para Koh Phangan

Koh Phangan, local sagrado onde se passa a maior festa aberta da Tailândia, que sá de toda a Ásia. O evento é conhecido como Full-Moon Party e acontece na data exata do aparecimento da lua cheia, nesse mês de Novembro será no dia 28

A Full-Moon Party é aguardada ansiosamente por milhares de festeiros que certamente em sua passagem pela Tailândia, incluíram no roteiro a estadia em Koh Phangan para o dia 28 de Novembro, a expectativa é astronômica, do tamanho da lua cheia. Eu imagino que todos os mochileiros/festeiros/baderneiros/viajantes/turistas estarão reunidos na orla da praia de Koh Phangan com seus corpos pintados de tintas fluorescentes, buckets na mente, muita curtição e azaração no ar

Hashtag partiu de Krabi Town na manhã do dia 26 e com destino certo: Party Hostel em Koh Phangan. O triste foi que tive que dizer até logo para alguns parças da tribo: Kristofer, e os amigos finlandeses, eles tomaram rumos diferentes e não nos acompanharam na grandiosa Full-Moon Party. Porém, boa parte da tribo se manteve (Tom, Lea, Fritha, Rob, Max, David), mas nos hospedamos em diferentes localidades na ilha, todos próximos é claro... quase-família quase-unida

O transporte foi um massacre de tão longo, o barco balançava tanto que me deixou zuado da barriga mas foi só eu deitar no banco que passou o mal-estar, mas o sobe e desce do barco continuou e encarei como se fosse um balanço de ninar (uso a imaginação para tornar minha vida melhor) e nisso eu apaguei de sono

A mudança de hostel foi mais uma vez chocante, dessa vez do luxo ao lixo. Vai ser muito difícil achar algo igual o Pak-Up Hostel em Krabi simplesmente porque aquele lugar não tem defeito algum, está  100% preparado para proporcionar ao mochileiro a melhor estadia imaginável. Eu pensava que não fosse possível existir tal perfeição  mas já que existe, não será possível existir outra tal perfeição, por isso vou baixar novamente meu nível de exigência e parar de reclamar em 3, 2, 1, parei

Agora aos preparativos para a festa das festas! Preparar os músculos e o fígado, porque além de pular a noite toda, alguns buckets me aguardam e como dizem as más línguas: Fuck it! Get a bucket!


o.Ô'

domingo, 25 de novembro de 2012

Tribo na Selva




Virou rotina diária aqui na Tailândia viver um experiência incrível e totalmente inédita. Ontem foi dia de navegar nas águas de Krabi a bordo de uma canoa e munido de um remo. A cada remada o fôlego ia se esgotando, não pelo cansaço físico mas sim pela beleza natural que se mostrava nas curvas do rio. Um temporal só apimentou ainda mais a aventura, refrescando e intensificando o cenário selvagem



Sou feliz por ter vivido momentos incríveis com essas pessoas, já me antecipando para a despedida, deixo aqui meus sinceros agradecimentos e espero encontrá-los novamente algum dia... tenho certeza que novas aventuras nos aguardam mundo afora


o.Ô'

sábado, 24 de novembro de 2012

Four Islands




Tive uma noite muito bem dormida no hostel Pak-up na Krabi Town, o lugar é um absurdo de luxo comparando com outros hostels que eu já estive e pela bagatela de 200 Baht ou 13 reais a diária, é chocante

Na noite anterior a tribo decidiu em conjunto fazer um tour e optamos pelo tour Four Islands, posso dizer que é a versão marítima daqueles ônibus de turismo hop-on hop-off que se vê nas grandes cidades turísticas do mundo inteiro. Um barco te leva para as ilhas e praias turísticas com todo o suporte necessário, incluindo água, almoço e melancia de sobremesa, num roteiro espetacular

O tour incluía também uma parada para mergulho que eu delirei pulando de cima do barco diretamente na água cheia de peixinhos famintos, ainda bem que eu não sou lá muito apetitoso, eles preferem pão mesmo. Com um snorkel pude observar melhor o que se passava dentro d'água com corais e peixes enfeitando o cenário. Aprendi a mergulhar fundo sem estourar meus tímpanos e fiquei competindo com os parças quem chegava mais rápido no fundo (só uns 8 metros de profundidade)

O preço do passeio? 300 Baht, muita energia gasta e litros de suor... ao fim do dia eu estava exausto e depois de jantar não vi mais nada, foram 12 horas de sono intenso e pronto pra outra!


o.Ô'

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Tribo de Nômades

Estou seguindo um ritmo bom na trip, so far so good, e já estou escrevendo de outra localidade na Tailândia, Krabi Town. Viajar sem destino e sem amarras é muito mas muito louco mesmo, você meio que sabe pra onde ir, só que não, e vai decidindo ao longo da jornada enquanto tudo ao seu redor vai formando o rascunho de um roteiro de viagem, e nessa não estou sozinho

No hostel Blue Sea em Patong Beach conheci Tom. Eu fui para Phi Phi e coincidentemente pegamos o mesmo barco que ia para a ilha e nos hospedamos no mesmo quarto do hostel One Phi Phi (me pergunto se esse nome é porque só existe um hostel em toda ilha, mas acho que não). Aliás, esse hostel merece um parágrafo patrocinado

One Phi Phi, uma porcaria de hostel, os donos não falam um inglês razoável, foi um sacrifício dizer que eu já tinha uma reserva. Aquela espelunca tinha só um quarto com 18 camas (de-zoi-to ca-mas) e só 2 banheiros de 1 metro quadrado cada onde a água não escoava bem, ou seja, se duas pessoas tomarem um banho normal na sequência, o próximo estará pisando literalmente na merda. Eu acordava 5am para tomar um banho e ainda tive que fazer malabarismo para não deixar o sabonete cair no chão sujo num lugar impossível de abaixar, nem mesmo para lavar o pé. Sério, uma bosta

Dito isso, vou seguir minha história. Logo no primeiro dia no hostel One Phi Phi, saímos na noite de Phi Phi em 16 pessoas, os 3 amigos finlandeses gente boa, Tom, Fritha inglesa linda, Cristopher um Sueco gente boa, Helio um português original do Timor Leste gente boa, David um alemão gente boa, Rob um inglês engraçadíssimo, um americano chato, uma inglesa chata e outros aleatórios que eu num to lembrando agora

Os dias seguintes seguiram no mesmo ritmo, eu não fiquei sozinho nenhum momento, sempre fazíamos os tours juntos, saiamos para comer juntos, e as festas e praias também. Formamos uma boa tribo

Agora estou em Krabi Town e a tribo nômade continua de bom tamanho, firme e forte, alguns ficaram para traz, outros novos integrantes foram incorporados. Agora todos no mesmo hostel, o Pak-up, um abismo de diferença com a espelunca supra-citada, que mesmo com todos os defeitos foi um dos melhores momentos de todas as minhas viagens

o.Ô'