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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Mudaram as Estações




Mudaram as estações, nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Tá tudo assim tão diferente

Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre
Sem saber, que o pra sempre, sempre acaba

Mas nada vai conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém só penso em você
E aí, então, estamos bem

Mesmo com tantos motivos
Pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar agora tanto faz
Estamos indo de volta pra casa

Por Enquanto - Cássia Eller

Viajei nessa música mas voltamos ao FOCO! Quem acompanha de verdade minhas histórias sabe o que se passa na minha cabeça mas o dever me chama, quero contar como eu fugi do frio

Ali estávamos em Hanoi, no Vietnã. Temperatura máxima de 15 graus C, tempo nublado o dia inteiro com garoa frequente. Eta clima de ressaca. O plano para os próximos três dias era visitar Sapa, os arrozais e o cenário montanhoso incrível dessa cidadezinha mais ao norte do Vietnã. Os rumores diziam que o frio e as nuvens baixas estavam arruinando todos os passeios para lá, o contribuiu em grande peso na decisão de voar para longe dali

Na lista dos possíveis destinos estavam Filipinas, Indonésia ou Malásia. Depois de idéias, propostas e contra-propostas, 10 longos minutos de discussão e a decisão: Kuala Lumpur, Malásia. Foi tudo muito rápido desde a decisão até chegar ao destino, sem nenhum estresse e nada absurdamente caro, voei por US$ 175. Em Kuala Lumpur é outra história, mas posso adiantar o quanto estou satisfeito em voltar a usar shorts, regata e chinelo

o.Ô'

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Halong Bay

Uma das sete maravilhas naturais do mundo foi descoberta (no meu universo) e aqui estou para relatar essa incrível experiência

Tudo começou numa terra muito muito distante chamada Hanoi, Vietnã. Lá nos hospedamos num hostel super pra frentex chamado Hanoi Backpacker's Hostel, mesmo lugar onde compramos o pacote turístico para Halong Bay, o esplêndido Cristina Tour

Na noite anterior ao passeio encontramos com o casal holandês novamente para jantar e depois tomar uns drinques. Eles também compraram o pacote do Cristina Tour e teríamos a honra de compartilhar mais dois dias na presença dessas pessoas incrível

O dia seguinte começou agitado com uma correria para fazer as malas pois dormiríamos num barco uma noite e deixaríamos nossas tralhas no hostel mesmo, estaríamos bem se não fossem os minutinhos fatais na cama, tão confortável e quentinha. Com tudo pronto e o café da manhã tomado a van chegou e todos embarcamos com toda a sonolência do universo

Quatro horas até chegar no porto de Halong Bay. Movimentação intensa, muita gente embarcando em dezenas de barcos e lá fomos nós ao encontro da Cristina (nosso barco, nada muito grande... eramos um grupo de 15 pessoas). As primeiras impressões foram bastante positivas com um banquete de entrada antes de sermos apresentados aos nossos aposentos. Comida deliciosa em grande abundância que me tirou da órbita por longos minutos, um deito foi necessário mas quem consegue fechar os olhos com uma vista dessas?



Logo tivemos a primeira parada do dia, as cavernas. Não tenho muito o que falar até porque eu já havia visitado as cavernas de Phong Nha-Ke, a maior do mundo (eu acho). A segunda parada foi no centro de Halong Bay num ilhota com uma vista de 360 graus de uma das sete maravilhas naturais do mundo! A vista é de tirar o fôlego literalmente depois de subir a escadaria de mais de 500 degraus. Para conhecimento geral entre as maravilhas estão a Floresta Amazônica e até as Cataratas do Iguaçu, uma lista que merece todo respeito



Voltamos ao barco e a noite caiu. Tivemos uma classe de culinária, lição "como enrolar um spring roll". Foi bem simbólico, não aprendi muita coisa. Caso alguém queira que eu cozinhe um prato famoso no sudeste asiático prepare-se para comer miojo. O jantar logo após a classe foi espetacular e ali ficamos na sala de jantar jogando muita conversa fora e também fazendo novos amigos, uma noite fria e agradabilíssima. De vez em quando eu ia para o lado de fora para apreciar a calmaria e os barcos iluminados aos arredores. A noite não tinha estrelas e nem luar, mas ela iluminava a noite mais do que qualquer corpo celeste

No dia seguinte acordamos cedo para liberar o quarto (registrado tempo limite de check-out mais cedo de todas as minhas viagens, 8:30am) e assim fizemos. Café da manhã, fotos, contatos trocados, almoço e partiu de volta para o porto de Halong Bay. Mais quatro horas de volta e estávamos em Hanoi novamente no Hanoi Backpacker's Hostel. Para você que pensa em ir pra Vietnã não perca Halong Bay, foi o espetáculo máximo da minha estadia na terra dos saudosos vietcongos

o.Ô'

domingo, 13 de janeiro de 2013

No Rechaud

A imersão cultural continua e nada como apreciar um jantar como se fossemos locais: sentados na calçada no Old Quarter em Hanoi, Vietnã. O lugar estava abarrotado de gente e só conseguimos um lugar na rua, bom o bastante. Conosco estavam o casal de holandeses que encontramos em Hoi An no passeio das cavernas espetaculares, o gente boa e foi muita sorte encontrá-los novamente

O prato de filetes de carne custa 200mil DON e o prato de vegetais 50mil DON. O garçom simplesmente te traz o prato com a comida (crua) e uma pedra inflamável em chamas posicionada embaixo de uma chapa circular, a grelha. Jogue óleo e todo o resto na chapa e aproveite! O tempero preparado dá um tcham especial e para um tcham-tcham além do especial peça uma Saigon para acompanhar nos trabalhos, dilíça!



o.Ô'